
A falta de criatividade em acessórios e a escassez de cores padroniza a moda em apenas algumas marcas que são super hiper inflacionadas.
Aqui o mercado não tem brecha para as roupas baratas e descartáveis, a lógica predominante funciona na mão oposta e anti-mercadologica: caro e duradouro.
Apesar da alegria estampada no rosto e no jeito carismático, que é intrínseco no povo brasileiro o conservadorismo aflora através da moda, da indústria e da arquitetura.
Os carros são todos pretos e pratas, 75% dos brasileiros compram essas cores.
No mercado como um todo, a visão que se tem é de que de todas as outras cores são enjoativas, tanto que a desvalorização dessas cores chega a 15%. Afinal: "Você pode comprar o carro na cor que quiser, desde que seja preto", dizia Henry Ford.
Os prédios são cinza. Estrutura futuristas como de Ruy Ohtake, conhecido como"Prédio Roxo" (com desdenho) no alto de pinheiros não vinagam por estar além do seu tempo, causam incomodo e não combinam com a paisagem cinza ainda vivida.
No Brasil a ousadia está apenas no comportamento e não na forma de expressão.
O brasileiro se preocupa muito com oque veste e não como veste.
Links
http://veja.abril.com.br/230806/p_088.html
http://vejasp.abril.com.br/revista/misterios-da-cidade/predio-que-abriga-instituto-tomie-ohtake-deveria-ter-um-teatro