domingo, março 27, 2011

A musica como deve ser ouvida.







Uma onda sonora que toma conta de cada de cada parte do cerebro ativando cada parte, jogando para cima e varrendo lembrancas e memorias esquecidas e deixadas debaixo do tapete do sub conciente.

A musica ativa, faz vibrar da maneira ritmada e correta.
Nao ha como saber se a musica eh o fator gerador ou se eh apenas o complemento, mas sem duvida ela que dita a velocidade e o caminho que o cerebro sera percorrido.

*Na metade da sexta temporada de LOST.

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Serie: Group Leader Intercambio teen: Paris



Capitulo 1: Paris Southbourne Group 07.01.2011

Os dias de Paris estao intensos. A chegada foi bem fria, mas muito gostosa, para todos que sairam do calor do Brasil.

Nosso primeiro dia de Paris foi cultural.

Fomos ao Museu do Louvre, tivemos inspiracao pela monaliza, admiramos os misterios da cultura Egipcia, analisamos beleza da Venus de Millo e almoçamos no Museu mais famoso do mundo. Depois do Louvre fomos as compras na Galeria Lafayette, passar algumas horinhas de compras, foi de tudo, make up, presentes para os pais, souvenirs para os amigos e tudo mais..
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O Segundo dia foi intenso, Fomos ao Castelo de Versailles por toda manha, que vento. Muita chuva, mas sem muito frio. Pela tarde fomos caminhar pelas ruas de Paris e e claro, nao podiamos deixar de ir ate as alturas da Torre Eiffel. Pela noite ainda tínhamos um jantar, super especial com todos os grupos da Inglaterra, Southbourne, Anglo Continental e Harrow house. Um jantar com mais de cem pessoas. Uma super confraternização.

O Terceiro dia sera de muita alegria, sera o dia do descarrego das energias acumuladas... Toda gritaria, correria, brincadeira, diversao, aventura sera na medida certa com Mickey e CIA.

sábado, setembro 04, 2010

Cores variadas.




Estava vendo uma reportagem sobre os diversos formatos de asteróides encontrados
rodeando a órbita da terra.

E lembrei de onde nasci I forgot to mention: eu sou de outro planeta.

Imaginem as cores variadas da grama de onde vim, um lugar que faz parte de outro
sistema solar. Uma grama roxa, cor viva que doe até os olhos, combinação do forte raio solar que queima muito. Muito mais que o fraco sol do sistema solar daqui. E da um tom vivo, devido a uma quantidade de luz armazenada dentro das pedras, isso é que faz ficar ela toda rosa.

Todas as pedras, rosas, com variações de shapes, de pedrinhas laranja de formatos
diferentes, arredondados e curvas desproporcionalmente longas a perder de vista, muitas vezes essas pedras tem um quarteirão de largura.

As pedrinhas são propositalmente de formas arredondadas com furinhos que irradiam
as luzes do sol e fazem à água escorrer, elas dão um tom multicolor na superfície cor de creme do céu que não fica há mais de 1,5 de altura.

As pedrinhas são pequeninas do tamanho de um pezinho e comparativamente outras
mais coloridas do tamanho de uma parede que faz sombra para as florzinhas listradas
de cor de abóbora com branco, com verde, com marrom e rosa e predominantemente
amarelo. A água é verde clara ao longo das manhãs e amarela pela parte da tarde, que
dura pra lá de 86 horas e a noite ela ainda retorna num colorado vermelho depois de ter absorvido um dia de 174 horas de sol constante.

Uol Notícias - Asteróide

domingo, agosto 29, 2010

Generation y the revenge



There are many expectations about the y's. Many pressure and uncertains which can turn a guy's head upside down.

The majority of this generation, I realized, will sucumb to this fate. Only few will make themselves strong enough to turn this expectation over them into a reality. Only those who has gutys to face the destiny. Akeles com iniciativa, atrevimento e que nao teme a rejeicao.

É um erro esperar que as expectativas caiam sobre a cabeça. É necessário um acumulo de energia constante. A movimentação gera a energia pra sair a frente antes que a pressão recaia sobre os ombros.

Ser atrevido e encarar a vida como um divertido jogo e o mundo como um parque de diversão. Entender que a missão aqui é brincar. Lets play.

quarta-feira, junho 23, 2010

In a blink of an eye




A vida segue sua ciclica dinâmica e assim a vida passa. Variando de acordo com a rotina que conforta a alguns e que angustia a outros. Os comportamentos esperados conflitam com a rebeldia de querer um suspiro original. Aquele suspiro ainda inalcançado por muitos, onde exista originalidade, onde diferencie voce dos demais.

A ansiedade destroi a rotina de querer contruir, ela nos torna imediatista, sem dar tempo ao tempo e faz não apenas deixar de contruir como também destruir oque já temos.

Já tá mais doque na hora de canalizarmos essa energia que sempre voltamos ao nossos umbigos, de querer ser, estar, fazer, concretizar e passar a adotar um mendigo por escritório.

Eu sou a favor!

Já tá mais do que na hora de acabarmos com os tons pasteis em nossas vidas e colorir com destaque no amarelo e roxo.

Já tá mais do que na hora de parar de querer ter (e ser!) carros grandes, Imponentes, vistosos. Só serve pra locomoção, bonito.

Já tá mais do que na hora de parar de achar que SP tem todas as raças e todas se se convergem. Sinergia, nem sonhando.

sexta-feira, maio 21, 2010

Que ha de errado na Geração Y


Queremos tudo, de uma vez, abraçar o mundo com as pernas, eu quero tudo e quero Agooooraaaaa!!!!!
É a geração do potencial, que enxerga além.

Que tem a ansiedade formigando nas mãos e que espera angustiadamente.

A Paciência não é o ponto forte, é o ponto fraco e forte ao mesmo tempo.

É a geração duvidosa, inesperada, que vai do sentido de urgência até a estagnação pelo conflito de identidade.

A dúvida sobre onde ir, onde focar, oque fazer permanece latente e martelando. O limite do que é possível e do impossível é muito próxima, nos sentimos pequenos e ao mesmo tempo grandes, tudo que se tem não é o bastante, pois, quando se tem, logo se desinteressa. A incessante e incansável busca pela perfeição nos torna cegos para oque realmente temos nas mãos e reféns de tantas opções.
Essa será a geração que não fará nda.

Vai ser conhecida pelo potencial não alcançado, como a promessa não cumprida, como o projeto que não vingou.

Ao contrário da geração passada que procurou o start up, passo a passo, não mensurou por cima, começou por baixo e conquistou step by step. E assim nos entregou, por cima, com abundância nunca antes vivida.

E oque fazemos melhor é destruir, destruir tudo, patrimônios, Impérios, natureza, pessoas, sentimentos, relacionamentos... somente sugamos e deixamos.

Somos aproveitadores, o ciclo de vida é: conquistar, sugar e descartar. Não construimos nada, apenas administramos um legado, levamos a ruina. "I create nothing, I own".

Essa é a geração de plástico. Isso é oque vamos entregar para a próxima geração



segunda-feira, maio 17, 2010

AQUI se preocupa muito com oque veste e não como veste.




A falta de criatividade em acessórios e a escassez de cores padroniza a moda em apenas algumas marcas que são super hiper inflacionadas.
Aqui o mercado não tem brecha para as roupas baratas e descartáveis, a lógica predominante funciona na mão oposta e anti-mercadologica: caro e duradouro.

Apesar da alegria estampada no rosto e no jeito carismático, que é intrínseco no povo brasileiro o conservadorismo aflora através da moda, da indústria e da arquitetura.

Os carros são todos pretos e pratas, 75% dos brasileiros compram essas cores.
No mercado como um todo, a visão que se tem é de que de todas as outras cores são enjoativas, tanto que a desvalorização dessas cores chega a 15%. Afinal:
"Você pode comprar o carro na cor que quiser, desde que seja preto", dizia Henry Ford.

Os prédios são cinza. Estrutura futuristas como de Ruy Ohtake, conhecido como"Prédio Roxo" (com desdenho) no alto de pinheiros não vinagam por estar além do seu tempo, causam incomodo e não combinam com a paisagem cinza ainda vivida.

No Brasil a ousadia está apenas no comportamento e não na forma de expressão.
O brasileiro se preocupa muito com oque veste e não como veste.

Links
http://veja.abril.com.br/230806/p_088.html

http://vejasp.abril.com.br/revista/misterios-da-cidade/predio-que-abriga-instituto-tomie-ohtake-deveria-ter-um-teatro