segunda-feira, maio 27, 2013

Armaduras pré-modadas


Reflexão do final de semana, extraída de um capítulo de "A origem dos meus sonhos" . 


"...a maneira de viver não é comprada em uma prateleira ou encontrada em revistas..."


É muito fácil traçar o caminho de vida já definido, além disso, é também mais seguro e trás conforto, ao passo que o a novidade nos faz sentir medo. 


O caminho ainda não traçado é mais desafiador, mas vai contra o status quo e nessa remada contra maré que as dificuldades aparecem, muitas vezes de forma subliminar, através de preconceitos, de piadas, de assédios morais e verbais, de estruturas pré-moldadas que te jogam para o caminho do fluxo. Essas dificuldade não passam, elas vem como ondas maiores e menores, que as vezes não quebram mas você as sente te engolindo e exigindo uma força extra para aguentar. Além disso, essa escolha por rumos diferentes  tem grande porcentagem de dar errado. E ninguém gosta de jogar contra a probabilidade. Todos querem ganhar de imediato. 


Cada um, entre homens e mulheres podem escolher na prateleira a armadura que quer usar: da dona de casa, mulher independente, feminista, ou entre os homens: jogador de futebol, astro de rock and roll, empresário bem sucedido, dessa forma você encontrará sua comunidade, seu Porto seguro. Essaarmaduras te protegem de demonstrar o medo e insegurança, e ajudam a afirmar a sociedade como você se posicionará para eles e tranquilizara a sociedade definindo como que você se encaixa no todo.


Atualmente é possível ter ascensão e conquistas. Mas o medo e comodismo nos impede de ir além. É mais fácil escolher na prateleira uma armadura e assim nos encaixarmos nela, mesmo que não seja nosso tamanho e dessa forma viver a vida, pois é assim que todos esperam. 

Eu sou Ronaldo

 

sábado, maio 18, 2013

Rock na veia

Post para embalar o sábado.
Adrenalina é preciso, acordar cedo e caminhar. A música faz muito efeito na vida, no humor e no cotidiano. Vamos levar um tapa no ouvido pra começar bem o dia.



Essa é a melhor formação do AC/DC, o cara é doido, só pelo jeito de cantar, todo torto. Melhor até que com Bon Scott, pode ser blasfêmia,  mas é. O cara deu um toque diferenciado pra banda e faz com o Angus as melhores performance no palco.

O Rock libera a fúria e adrenalina dentro de você;

Trilha sonora AC/DC







terça-feira, novembro 13, 2012

quinta-feira, setembro 06, 2012

Porque ficamos corcunda?

Notredame Cathedral, Paris - França

Durante a vida passamos por diversos momentos emocionais. Os casos mais extremos se revertem em doenças psicossomáticas que são doenças geradas no corpo físico por causas de representações mentais diversas.

A pessoa corcunda representa a falta de confiança do individuo, representa a desistência de se abrir ao mundo, as pessoas, a vida. Ela representa sim o individuo reprimido, a acentuação do individualismo por desistência do coletivo. Da mesma forma que uma pessoa não consegue deixa o corpo cair de costas no braço de outra pessoa, o corcunda se fecha na suas crenças e se fecha para seu mundo com seus dogmas e medos. Ele cria um mundo para si, onde tudo tem que ser analisado, tudo tem que ser revisado e as ações comedidas para não ser enganado. E neste processo ele cria métodos, cria processos, ele se reinventa de forma dolorosa criando uma rotina insustentável para sua auto-estima, mas confortável para sua sensação de segurança.

A história do corcunda de Notredame mostra uma pessoa com força para badalar um pesado sino da Catedral em Paris e a delicadeza de segurar um pássaro na mão, mas que por se fechar em suas inseguranças quanto a aparência deixa de fazer oque mais desejo na vida, conhecer o mundo.


segunda-feira, agosto 13, 2012

Persistência



Hoje vou contar quatro histórias da minha vida.

Recreio
Lembro quando ainda criança na hora do recreio, costumava brincar no patio da escola de várias brincadeiras.
Sempre fui magro e com facilidade de correr, pular, esquivar e me movimentar em geral, por isso adorava brincar de polícial, que cuidava da cela e de ladrão que corria dos policiais e ainda libertava outros ladrões não importando qual o personagem.

Eu não era o mais rápido, mas sempre me impressionei pelo fato de que os outros meninos sempre desistiam de correr atrás para me prender no meio da corrida quando eu era o ladrão, ou desistiam de fugir quando eu  estava correndo atrás como polícia. Eu me perguntava o porque deles simplesmente parerem e deixarem serem pegos, e quando paravam demostravam que não era por estarem exaustos ou porque haviam perdido a corrido, eles paravam com uma cara de "desencana". Eu me perguntava se eu que era um bobo de levar tão a sério a brincadeira e sempre ir até o fim e não deixar nunca ser pego, imaginava "Será que faz parte da brincadeira deixar ser pego de vez enquando?"

Catecismo. 
Lembro quando comecei a fazer aulas de catecismo. Foi bem na época que passaram de 1 ano para 2 anos de aulas, todos os sábados pela manhã. Para mim era uma tortura ter que acordar cedo todos os sábados de manhã. Tinham vários amigos da rua que começaram junto comigo. Eu fazia as aulas muito mais porque era obrigado pelos meus pais.
Quando chegamos na metade do curso, a maioria começou a desistir. Eu também não estava gostando, não estava levando muito a sério e para mim essas aulas não tinham muita relevância. Decidi desistir, sair por não valer de nada para mim, mas, tive que travar um luta com meus pais para que deixassem eu sair, acabei perdendo, e continuei até a primeira comunhão.

Carteira de Motorista
18 anos, estava para tirar minha carta de motorista, não costumava dirigir, meu pai nunca deixava pegar o carro, peguei o novo sistema que tinha que fazer aulas teóricas (CFC) e 15 aulas práticas. Me sai bem nas aulas práticas e fui fazer o teste e falhei pela primera vez.
Acabei falhando também na segunda e terceira vez, e a cada vez que falhava aumentava a pressão para a próxima vez. Foi então que pedi para meus pais pagarem pra eu passar logo. E eles negaram.
Daí pratiquei mais com o carro do meu pai, do meu irmão e fui e passei no teste. Me emocionei.

Judô
Na minha adolescência sempre quis fazer uma arte marcial e foi então que minha mãe me colocou no Judô, eu na verdade queria algo como Kung Fu ou Karate, pra treinar chutes e voadoras, mas me identifiquei com a filosofia do Judô. Peela minha aplicação me tornei um dos melhores da acadêmia na minha categoria. Eu tinha um ótimo equilíbrio entre condição física, técnica e vontade. Mas o que me destacava era a garra de não desistir até o oponente cair no chão, nem que fosse um koka. E eu ia ganhando dessa forma, arrancando, golpe por golpe, imobilização por imobilização, até vencer pelo cansaço.

Essas quatro histórias mostraram que existem um fluxo natural, uma inércia intrínseca nas pessoas em temer o êxito, em se amedrontar com a possível derrota, seria a maneira do cérebro duvidar do próprio corpo e habilidade. Grande parte das pessoas são assim... e isso é ótimo!
Aqueles que acreditam que é possível acontecer criam essa aura positiva do que pode acontecer. Acredito que parte dessa positividade vem de um ensino orquestrado como no caso da carteira de motorista e do catecismo e a outra parte é instrínseca como nos demais casos que mostram uma pré disposição natural pra vencer. Essa motivação faz com que sempre haja um objetivo e que para chegar a isso o caminho exige determinados pré-requisitos e os que não desistem são os que alcançam.

Esse tipo de pessoa me da medo. Medo por não se posicionarem, de desistirem tão facilmente, não conseguem seguia a diante em um projeto, numa carreira, num relacionamento, a qualquer momento tudo pode acabar, tão de repente e tão inesperado é algo que nunca se terá certeza.


Ronaldo


quarta-feira, julho 25, 2012

Precisamos de novas referências


Somos bombardeados de comunicação comercial diariamente, todas as empresas querem fisgar um momento de atenção, uma brecha para introduzir uma ideia, um produto, um serviço. E no meio dessa quantidade de informação perdemos o senso do que é útil e do que é imbecilidade. Nosso cérebro fica atordoado tamanha a quantidade de formas que utilizam para te atrair, e acabamos perdendo nossa referência do que é certo errado, justo e errado e bom ou ruim.

Nos deixamos levar por ações virais que muitas vezes são vazias de conteúdo e vamos no voto da maioria pois já foi testado, "curtido e compartilhado" e aprovado por grande parte do pública que certificou como de qualidade. Mas que qualidade?

O massacre do cinema em Colorado foi apenas um efeito colateral do que o primeiro Batman se referia. Pois o ser humano é assim, copiamos, se os policiais se armam os bandidos se armam, se temos armadura eles compram armas que perfuram armadura, se temos um super herói mascarado que pula de prédio em prédio, os bandidos também terão suas versões mascaradas que fazem atrocidades piores, é um ciclo.

Após o massacre de Colorado, segundo o jornal "Denver Post", aumentou em 40% o número de venda de armas nos EUA e em muitas haviam filas. Daí que surgem as referências negativas para a criminalidade e a cópia começa a se multiplicar, agora criado o Coringa só falta aguardar para que surja o Batman, pois senão quem poderá no defender?

Eu sou Ronaldo


segunda-feira, julho 23, 2012

The Ultimate Challenge

Em 2057 o mundo não mais existia como hoje, tudo foi devastado, foi quando os remanescentes decidiram construir o maior museu representativo do mundo...
O símbolo desse museu foi uma pomba negra e seria dividido em mundos, o primeiro aquático e teria o sistema de reprodução animal. E também a exposição da imbecilidade humana que deprimiam os animais.

Desde os pequeno os humanos agem com imbecilidade e se desenvolvem sempre nessa linha
Até o colapso em 2032, quando um vírus letal causou vômitos de Sagu na humanidade, o vírus era feio como um sapo e se transmitia pela eletricidade.
Um grupo de cientistas achou a cura, a única forma de detê-lo era: a espada de espinhos eletromagnética.




Dessa forma foi transmitido na TV a forma de cura. Mas já era tarde demais e grande parte das pessoas estavam deformadas, viraram dragões sangrentos, linguiça e salsicha, o ator Flavio Picachu virou negão beija flor e passou a atacar como trombadinha pessoas indefesas procurando comida. pessoas nadando com o braço decepado, um horror na sociedade.

Foi quando descobriram que o problema não estava na eletricidade e sim nas notas musicais. Tiveram que ir até a casa de John gordo Maguire para que ele tocasse uma canção. E no momento que ele tocou somado a espada eletromagnética vibrando no mesmo tom, o Sagu saiu de sua cabeça saltitando pelos ares.Estava descoberta a cura final.
Foi assim que passaram a tarde gravando a canção que colocaria um fim nesse vírus.. Sagu!

O vídeo clipe foi um sucesso estrondoso, em poucas horas o vírus estava dominado e a humanidade estava salva.
As andorinhas voaram novamente, isso era sinal de que a paz havia se restabelecido.
A paz reinou até que a última epidemia, 2049, que devastou a humanidade que a gente conhece, a epidemia do... carrinho de supermercado desgovernado.

The End